Ubuntu shell overpowered

In order to have more productivity under my environment, as a command line centric guy, I started three years ago to use zsh as my default shell. And for who never tried it, I would like to share my personal thoughts.

What are the main advantages?

  • Extended globbing: For example, (.) matches only regular files, not directories, whereas az(/) matches directories whose names start with a and end with z. There are a bunch of other things;
  • Inline glob expansion: For example, type rm *.pdf and then hit tab. The glob *.pdf will expand inline into the list of .pdf files, which means you can change the result of the expansion, perhaps by removing from the command the name of one particular file you don’t want to rm;
  • Interactive path expansion: Type cd /u/l/b and hit tab. If there is only one existing path each of whose components starts with the specified letters (that is, if only one path matches /u/l/b*), then it expands in place. If there are two, say /usr/local/bin and /usr/libexec/bootlog.d, then it expands to /usr/l/b and places the cursor after the l. Type o, hit tab again, and you get /usr/local/bin;
  • Nice prompt configuration options: For example, my prompt is currently displayed as tov@zyzzx:/..cts/research/alms/talk. I prefer to see a suffix of my current working directory rather than have a really long prompt, so I have zsh abbreviate that portion of my prompt at a maximum length.

Font: http://www.quora.com/What-are-the-advantages-and-disadvantages-of-using-zsh-instead-of-bash-or-other-shells

The Z shell is mainly praised for its interactive use, the prompts are more versatility, the completion is more customizable and often faster than bash-completion. And, easy to make plugins. One of my favorite integrations is with git to have better visibility of current repository status.

As it focuses on the interactive use, is a good idea to keep maintaining your shell scripts starting with #!/bin/bash for interoperability reasons. Bash is still most mature and stable for shell scripting in my point of view.

So, how to install and set up?

sudo apt-get install zsh zsh-lovers -y

zsh-lovers will provide to you a bunch of examples to help you understand better ways to use your shell.

To set zsh as the default shell for your user:

chsh -s /bin/zsh

Don’t try to set zsh as default shell to your full system or some things should stop to work.

Two friends of mine, Yuri Albuquerque and Demetrius Albuquerque (brothers of a former hacker family =x) also recommended using https://github.com/robbyrussell/oh-my-zsh. Thanks for the tip.

How to install oh-my-zsh as a normal user?

curl -L http://install.ohmyz.sh | sh

My $ZSH_THEME is set to “bureau” under my $HOME/.zshrc. You can try “random” or other themes located inside $HOME/.oh-my-zsh/themes.

And, if you use Ruby under RVM, I also recommend to read this:
http://rvm.io/integration/zsh

Happy hacking :-)

Desmitificando o TDD e o BDD

A partir de várias discussões com amigos da comunidade de desenvolvimento sobre boas práticas de TDD/BDD, alguns treinamentos relacionados e lições aprendidas colhidas, resolvi deixar meus 2 centavos sobre o assunto juntamente das referências sobre as polêmicas que venho trazer por meio desta postagem.

Começando com as duas fatídicas perguntas, uma máxima que ouço com muita frequência e uma triste realidade:

“Já fez o TDD?” – Referindo-se a testes de unidade

“TDD vs BDD? Qual é o melhor e quando usar cada um deles?” – Ser humano perdido

“Você só pode usar o BDD para testes de tela, não serve para outro tipo de testes.” – Maximus Decimus Meridius

“Faço os testes unitários depois, porque aí tenho o que testar. Não vejo sentido fazer os testes primeiro.” – Desenvolvedor que não quis ser identificado

Vamos às minhas explicações e considerações:

De volta ao básico

O Desenvolvimento Orientado a Testes (TDD) é uma técnica de desenvolvimento de software multiplicadora do seguinte workflow:

  • Escrever os “testes”;
  • Fazê-los falhar;
  • Implementar nosso código;
  • Fazer os testes passarem;
  • Refatorar;
  • Volte para o primeiro passo.

Defina “testes”

A técnica descreve “teste” como toda e qualquer expectativa tida sobre um código-fonte. Vezes, expressamos essas expectivas por meio de testes unitários, mas não impede que possamos especificar usando testes de integração ou testes de tela, por exemplo.

Por que temos que falhar os testes?

Porque é só uma especificação, não implementamos nada ainda. É como o roteiro de uma palestra ou show. Descrevemos para tomar nota do que esperar da apresentação final e não nos perdermos durante a implementação do “show”.

Testes de integração? Testes de tela? Testes de unidade?

A técnica não impede que definamos essas espectativas por meio de testes de integração ou testes de tela, por exemplo. Mas é sempre bom ter em mente que cada um desses possui objetivos e focos diferentes. Nada impede também o uso conjunto deles, até encorajo.

Pesquisando um pouco, vemos que existem muitos outros tipos de testes.

E o BDD?

Dan North, um importante coach do mundo agile, descobriu que as pessoas passaram a entender melhor os princípios do TDD quando ele parou de usar a palavra “teste”. Ele passou a substituir isso por “cenários”, “comportamentos”, “exemplos”, resultando na compreensão mais rápida dos princípios do desenvolvimento orientado a testes.

Num caso pessoal meu, comentando sobre testes de unidade, vejo muito a justificativa de escrever os testes após o desenvolvimento ser mais natural, pois escrever primeiro sem ter o que testar não faria sentido. Parando para analisar numa perspectiva “testicentrista”, esse raciocínio faz todo sentido e é perfeitamente natural, o que acaba causando toda a confusão conceitual acerca do TDD.

Aslak Hellesøy, em seu livro sobre o Cucumber, diz que o Desenvolvimento Orientado a Comportamentos (BDD) é nada mais nada menos que uma formalização das das melhores técnicas descritas no Desenvolvimento Orientado a Testes (TDD) feita por bons praticantes.

Basicamente, o BDD é uma tentativa dos usuários bem sucedidos de TDD de re-explicar o conceito de Desenvolvimento Orientado a Testes (TDD), incrementando suas próprias experiências ao longo de quase uma década de uso.

Refatoração

Após implementar seu código de acordo com os padrões de arquitetura escolhidos e assegurar-se de que as expectativas (testes) estão passando, o passo seguinte é a refatoração. Na minha humilde opinião, esse é o objetivo da coisa toda.

Como assim?

Na minha compreensão, todo esse workflow tem o objetivo de garantir a refatoração do nosso código com tranquilidade, checando sempre se as expectativas estão batendo. Porque, inicialmente, além do nosso código ser mais verboso, a qualidade dele é geralmente duvidosa. Não devemos postergar esse passo para dar andamento à construção de novas expectativas.

“Os custos de correção de defeitos e refatorações após a implantação são 10x maiores que na fase de construção e 100x maiores que na fase de design.” (Barry W. Boehm: Software Process Management)

Esta prática pode ser comparada à uma monografia escrita para conclusão de curso – quando refatorada durante toda a produção, o custo nas correções aplicadas ao texto é menor, e a qualidade terá um padrão elevado. Diferente de quando as correções acumulam-se, de modo que tudo será corrigido no final. Independente da escolha, a refatoração será sempre necessária para manter a qualidade da monografia, porém, a quantidade de esforço e os resultados serão distintos para os dois casos.

Fontes:

  • http://blog.mattwynne.net/2012/11/20/tdd-vs-bdd/
  • https://github.com/cucumber/cucumber
  • http://pichiliani.com.br/2014/06/15-fatos-sobre-programacao-que-voce-provavelmente-nao-sabia/
  • Treinamentos da K21 e Adaptworks;
  • The Cucumber Book;